Quantas pessoas já tentaram definir o amor?
Em livros, cartas, filmes, em diferentes épocas... Qual é o momento ou a etapa de nossas vidas em que podemos melhor definir este sentimento?
Quando criança, etapa em que amamos necessária e afetuosamente nossa mãe; quando adolescente etapa em que sofremos nosso “primeiro amor”; quando adultos possivelmente, (digo), tradicionalmente, (digo), com muita sorte, (digo), quando adultos... encontramos alguém para casar e ser “felizes para sempre” ou quando velhinhos etapa em que podemos lembrar de tudo e dizer se o amor já aconteceu ou se é somente nessa etapa que se vive/sente o verdadeiro amor seja pela vida, pela família, pelo companheiro que esteve do seu lado, que sofreu o chorou contigo durante todo esse tempo ou pode-se amar tudo isso ao mesmo tempo.
Ou será que só define o amor quem perdeu um? Nem quero perguntar aqui, agora, o que Shakespeare diria sobre isso.
Eu não sei, por enquanto acho que vou considerar o conceito de amor criado no último dia vivido por mim, mesmo que esse conceito mude em cada um dos 365 dias do ano, porque em cada novo dia ele será tão verdadeiro quanto o do anterior. E é isso. Não dá pra explicar o que se sente. Somente sinta.
Quem sou eu
- Shér De Bastiani
- Catanduvas, Santa Catarina, Brazil
- Alguém... Nem tão complicada, nem tão simples. Alguém... Que adora ficar acordada na madrugada, que acompanha séries de TV, que cantarola qualquer coisa o dia todo, que não pode ver chocolate sem comê-lo, que ama o som da chuva, que sonha correr nas campinas da Itália, que se irrita com internet lenta. Alguém... Que gosta das coisas simples da vida como olhar uma criança brincar, ver as folhas das árvores cair, as nuvens criarem figuras, sentir nos pés a água gelada de um rio, que gostaria de ver um cometa ou uma estrela cadente, como chamamos. Alguém... Que faz as outras pessoas rirem, e muito, talvez pelo jeito estabanado de ser, pelas caretas esquisitas e pelas perguntas em horas impróprias. Alguém... Que agora toma emprestada as palavras inteligentes de Raul “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Ter talento é um dom ou uma habilidade adquirida?
Algumas pessoas apresentam surreal desempenho em certas atividades. Para mim, toda a desenvoltura que envolve o ato de fazer embaixadinhas é algo surpreendente, embora nunca tenha exibido meu interesse por atividades futebolísticas, considero, ainda, todos os esportes que carecem de um objeto chamado "bola", desde bolica, ping-pong, pimbolim e outros.
Seria o fato de realmente não simpatizar com a prática, não ter o gosto pela coisa que nos faz não realizar brilhantemente certos feitos ou, a habilidade - dita - natural que nos leva a aperfeiçoar e investir nela mesma.
Ouvi, há algum tempo atrás, uma pessoa que dizia que somos capazes de realizar qualquer coisa desde que a queiramos; dando o exemplo do cantar, dizia que qualquer pessoa pode cantar lindamente se: 1. deseja-se, 2. treina-se. Neste caso, esta pessoa acredita no talento adquirido.
Todos nós conhecemos várias pessoas que já tentaram muitas atividades, ramos, estudos e estão sempre tentando encontrar sua vocação - cá para nós: vocação quem tem é padre! As pessoas vivem na busca, não de sua vocação, mas sim de algo que os faça feliz, de uma atividade que lhes proporcione satisfação, que sua habilidade permita fazer e fazer bem e, no decorrer, irão aperfeiçoando essa prática.
O conforto é sacar que todos tem dificuldades e cabe a cada um superar, e todos tem facilidades e cabe a cada um usar a seu favor.
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