Quem sou eu

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Catanduvas, Santa Catarina, Brazil
Alguém... Nem tão complicada, nem tão simples. Alguém... Que adora ficar acordada na madrugada, que acompanha séries de TV, que cantarola qualquer coisa o dia todo, que não pode ver chocolate sem comê-lo, que ama o som da chuva, que sonha correr nas campinas da Itália, que se irrita com internet lenta. Alguém... Que gosta das coisas simples da vida como olhar uma criança brincar, ver as folhas das árvores cair, as nuvens criarem figuras, sentir nos pés a água gelada de um rio, que gostaria de ver um cometa ou uma estrela cadente, como chamamos. Alguém... Que faz as outras pessoas rirem, e muito, talvez pelo jeito estabanado de ser, pelas caretas esquisitas e pelas perguntas em horas impróprias. Alguém... Que agora toma emprestada as palavras inteligentes de Raul “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Impressões

Tempo de recomeçar... tive essa sensação quando vi a chuva cair a tardinha melando minha caminhada, mas recomeçar o que se nem comecei?
A rotina tomou todo meu tempo e mente, e hoje me vi perdida com tempo vago e cabeça livre. Deu até vontade de sonhar, mas sonhar por que se logo a correria tornará?
O que fazer?
Se fosse criança correria às pernas da mãe para que ela apontasse o caminho.
Se fosse adolescente simplismente faria, mesmo sem querer, mesmo sem pensar.
Se fosse velhinha me culparia por não arriscar.
MAS sou aquela que precisa fazer a escolha sozinha e que deveria saber o que quer - mas ainda tem o mesmo medo de criança lidando com a vontade de adolescente e desde já carregando a culpa de tentar ou não - mas não sabe.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu quero vida.


Eu quero paz.


Eu quero tranquilidade.


Eu quero decência às pessoas.


Eu quero natureza, árvores, pássaros pairando sob a minha janela.


Eu queria que ética não precisasse ser disciplina escolar, pelo fato de que deveria ser intrínseco às pessoas, algo natural, de casa. Parece redundante ver placas de "proibido fumar" penduradas em escolas e elevadores, ou placas pedindo "silêncio" dentro dos hospitais. São coisas óbvias, claras.


Eu desejo incansávelmente que as pessoas sejam humanas, considero aqui a característica de vida, do fazer o bem, de não prejudicar a vida própria ou de outrem.


Eu sofro, eu sou criticada. Eu não gosto de falar em público, mas aprendi que é a única maneira de ser notada.


Gostaria que as pessoas me ouvissem, com ouvidos abertos, e não tentassem sempre cobrir minhas palavras. Não sou dona da verdade, nem o quero ser, mas desejo que as pessoas pensem, já que a mãe natureza nos deu essa capacidade tão atraente e sublime.


Fico revoltada quando ouço pessoas falando coisas absurdas de outras, principalmente por essas outras não estarem presentes. Dói à mim perceber o quanto esse tipo de gente consegue ser vazia, ver somente o próprio umbigo. Não somos constituídos de tecido, de merchans... Somos carne, osso e coração, por que não considerá-lo? Há pessoas que simplesmente não tem moral para proclamar sobre certos assuntos, mas que, infelizmente, tem boca.


Tenho visto como palavras matam, ferem, destroem... Eu me recuso a viver assim. Acho que é por tudo isso e outras tantas coisas que as pessoas preferem não pensar e todos, eu disse, todos, ficamos acreditando que as coisas não podem mudar ou na pior das minhas hipóteses, que está bom assim do jeito que está.


Eu vou morrer tentando.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Bonzinho só se ferra...

A vida é uma constante, independente do aspecto que se fale, seja no trabalho, na vivência em família, na escola, ou mesmo na rua.

Age-se da maneira que se pensa que deve, assume-se responsabilidades, que muitas vezes não são suas, tenta-se ao máximo não atrapalhar as atividades das outras pessoas, comporta-se de maneira adequada nos diversos ambientes, faz perguntas necessárias e responde as que é solicitado. Ao refletir sobre a maneira de ser, acaba concluindo que está no caminho certo. Agora, diferentemente de você, existem pessoas que só fazem criticar, não de maneira construtiva, muito pelo contrário, mesmo vendo seus esforços abandonam esta percepção e atentam-se ao teu resultado final. É aquela velha história: "depois que o barco afunda há sempre alguém que sabia como ele poderia ser salvo". Estas pessoas exercem uma força "poda" de literalmente podar sua felicidade, sua autoconfiança, sua vontade. Acabam testando seus princípios e sua paciência; se perdê-los em qualquer acesso de raiva será duplamente julgado. Determinadas situações nem exercícios de yoga controlam as forças interiores.

Vamos novamente nos controlar, contar até dez ou até a centena que for preciso, respirar fundo e deixamos passar mais essa. Ufa! Esperamos que esses "sapos engolidos" não prejudique o bom funcionamento do nosso coração. Continuemos nossos afazeres porque ninguém os fará por nós, embora façamos pelos os outros, acreditando que teremos um lugarzinho muito apropriado no céu para nós. Se eu chegar no lado de baixo, direi ao fulano: muito obrigado, mas prefiro voltar para a terra. Eita injustiça!