Estava andando com a cabeça baixa.
Olhou para o céu sem querer.
O brilho da lua que se fazia cheia a seduziu e ela teve que parar para admirar aquela luz por alguns instantes.
Ah, o negro céu que era tocado pela luminosidade irresistível da lua. Algumas nuvens pareciam dançar para a lua e pareciam também desmanchar-se todas as vezes que pela sua frente passavam.
Ah, a lua tão longe da menina se fazia, mas tão perto estava por meio de sua imaginação.
Ah, a imaginação que a fazia se sentir nuvem naquela hora, imaginação que agora comandava seus braços a erguerem-se lentamente e que fez a chave, na sua mão, tilintar, tão logo ela acordou. Foi trazida à realidade. Olhou a estrada e por mais que quisesse pegar a esquerda e fugir, resolveu, por pura insegurança, pegar a direita e voltar para sua casa. Ainda não estava na hora dela fugir, pelo menos, ainda não.
Quem sou eu
- Shér De Bastiani
- Catanduvas, Santa Catarina, Brazil
- Alguém... Nem tão complicada, nem tão simples. Alguém... Que adora ficar acordada na madrugada, que acompanha séries de TV, que cantarola qualquer coisa o dia todo, que não pode ver chocolate sem comê-lo, que ama o som da chuva, que sonha correr nas campinas da Itália, que se irrita com internet lenta. Alguém... Que gosta das coisas simples da vida como olhar uma criança brincar, ver as folhas das árvores cair, as nuvens criarem figuras, sentir nos pés a água gelada de um rio, que gostaria de ver um cometa ou uma estrela cadente, como chamamos. Alguém... Que faz as outras pessoas rirem, e muito, talvez pelo jeito estabanado de ser, pelas caretas esquisitas e pelas perguntas em horas impróprias. Alguém... Que agora toma emprestada as palavras inteligentes de Raul “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
terça-feira, 12 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
rosário de piscadas
E de repente ela se encontrou, viu-se sentada em uma cadeira flertando o nada, falando consigo mesma em silêncio, aquém a toda inércia ao redor, mantendo-se apática. Era o disfarce ideal para que ninguém pudesse captar a guerra e o terror que habitava em seu interior. A bolica dos seus olhos queimavam em chamas, isso não poderia ser visto à olhos crus.
A pior coisa do mundo acontecera.
A dor era insuportável.
Uma vez conhecida a felicidade perdê-la significava morte.
A felicidade dela se fora junto a vida dele, após aquele baque ensurdecedor da batida entre os carros.
Eles tiveram alguns poucos segundo para que seus olhos pudessem conversar.
Enquanto os olhos dela apenas diziam: fique comigo, os dele, semi-abertos diziam: sinto não ter muito tempo, então, saiba que a amo. O último piscar de olhos dela que ele pode ver dizia: eu vou morrer de saudade de você. Depois disso ele se foi.
A vida é rosário de piscadas, dizia a literatura de Monteiro Lobato.
Pisca e acorda, pisca e brinca, pisca e não acorda mais.
Desejo à vocês, meus amigos, um looongo rosário de piscadas.
A pior coisa do mundo acontecera.
A dor era insuportável.
Uma vez conhecida a felicidade perdê-la significava morte.
A felicidade dela se fora junto a vida dele, após aquele baque ensurdecedor da batida entre os carros.
Eles tiveram alguns poucos segundo para que seus olhos pudessem conversar.
Enquanto os olhos dela apenas diziam: fique comigo, os dele, semi-abertos diziam: sinto não ter muito tempo, então, saiba que a amo. O último piscar de olhos dela que ele pode ver dizia: eu vou morrer de saudade de você. Depois disso ele se foi.
A vida é rosário de piscadas, dizia a literatura de Monteiro Lobato.
Pisca e acorda, pisca e brinca, pisca e não acorda mais.
Desejo à vocês, meus amigos, um looongo rosário de piscadas.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Transe II
Hoje ela quis novamente sair e se perder
Hoje ela não abriu a janela do quarto para olhar a escuridão contrastar com as luzes que encandeciam pela cidade.
Hoje ela não abriu a janela do quarto para sentir a brisa noturna deslizar sobre sua face e gelar suas mãos
Hoje ela não abriu a janela do quarto para ver o mundo, mesmo sendo aquele recorte de mundo, de onde tudo partia, e sorrir
Hoje ela não imaginou, como acostumara, o que as outras pessoas estariam fazendo naquele exato momento em que ela só imaginava
Hoje não cantarolou, não exultou, não viu, não riu e nem chorou.
Hoje ela apenas deitou, seus olhos fecharam e algo ou alguém a cobriu
Depois disso nada mais coloriu e os seus olhos jamais abriu
Alguns pensaram haver um sorriso em sua face, os que acreditaram que ela conseguira realmente se perder
Outros julgaram ser apenas a expressão serena de quem finalmente se encontrou
Mas isto só ela sabia. No mais...
Hoje não teve som, hoje não teve lua.
Hoje ela não abriu a janela do quarto para olhar a escuridão contrastar com as luzes que encandeciam pela cidade.
Hoje ela não abriu a janela do quarto para sentir a brisa noturna deslizar sobre sua face e gelar suas mãos
Hoje ela não abriu a janela do quarto para ver o mundo, mesmo sendo aquele recorte de mundo, de onde tudo partia, e sorrir
Hoje ela não imaginou, como acostumara, o que as outras pessoas estariam fazendo naquele exato momento em que ela só imaginava
Hoje não cantarolou, não exultou, não viu, não riu e nem chorou.
Hoje ela apenas deitou, seus olhos fecharam e algo ou alguém a cobriu
Depois disso nada mais coloriu e os seus olhos jamais abriu
Alguns pensaram haver um sorriso em sua face, os que acreditaram que ela conseguira realmente se perder
Outros julgaram ser apenas a expressão serena de quem finalmente se encontrou
Mas isto só ela sabia. No mais...
Hoje não teve som, hoje não teve lua.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Transe
Saiu e quis se perder.
Quis fugir a realidade que lhe castigava e lentamente foi navegando para um universo alternativo onde poderia se encontrar com maior facilidade. Como era bom estar neste local novamente, sempre que podia voltava. Ali apenas viviam flores, ao direcionar o olhar para o horizonte via-se um longo campo verde que se estendia a uma distancia que já nem seria possível prever. Lá ela revisitava velhos amigos, lá ela poderia escolher o ritmo e a melodia, lá ela se sentia segura para abrir os olhos depois de cada piscar, lá ela adoraria ficar todo o tempo do mundo. Era como se telas projetassem suas melhores lembranças e se pudesse revivê-las. Seus pés já nem tocavam o chão, talvez uma brisa a tivesse envolvido e a carregasse lentamente. Deparou-se com uma imagem, ela reencontrou a imagem do sorriso dele, aquele sorriso que despertava amor e destruição na mesma medida, desta vez não manteve o equilíbrio, houve apenas um momento, entre o cerrar e abrir dos seus olhos em que a brisa parou, ela sentiu novamente seus pés no chão, o calafrio e os olhares em sua volta, a música já não era a mesma. Inebriada não conseguia entender que estava de volta, de volta a realidade. Perdera a noção do tempo que esteve fora, e mal poderia lembrar o motivo que a trouxe de volta. Não sem sofrer novamente.
E logo ela se misturava ao fogo, a ventania e a escuridão, em volta, uma multidão, alguns a chamavam pelo nome, seriam pessoas amigas? Ela os ouvia e os atendia. Enquanto isso algo que habitava seu interior se fechava. E ela mesma, de dentro, olhava uma fenda se fechar enquanto era tragada para longe. E assim está aqui neste mundo, esperando um novo momento para se revisitar.
Quis fugir a realidade que lhe castigava e lentamente foi navegando para um universo alternativo onde poderia se encontrar com maior facilidade. Como era bom estar neste local novamente, sempre que podia voltava. Ali apenas viviam flores, ao direcionar o olhar para o horizonte via-se um longo campo verde que se estendia a uma distancia que já nem seria possível prever. Lá ela revisitava velhos amigos, lá ela poderia escolher o ritmo e a melodia, lá ela se sentia segura para abrir os olhos depois de cada piscar, lá ela adoraria ficar todo o tempo do mundo. Era como se telas projetassem suas melhores lembranças e se pudesse revivê-las. Seus pés já nem tocavam o chão, talvez uma brisa a tivesse envolvido e a carregasse lentamente. Deparou-se com uma imagem, ela reencontrou a imagem do sorriso dele, aquele sorriso que despertava amor e destruição na mesma medida, desta vez não manteve o equilíbrio, houve apenas um momento, entre o cerrar e abrir dos seus olhos em que a brisa parou, ela sentiu novamente seus pés no chão, o calafrio e os olhares em sua volta, a música já não era a mesma. Inebriada não conseguia entender que estava de volta, de volta a realidade. Perdera a noção do tempo que esteve fora, e mal poderia lembrar o motivo que a trouxe de volta. Não sem sofrer novamente.
E logo ela se misturava ao fogo, a ventania e a escuridão, em volta, uma multidão, alguns a chamavam pelo nome, seriam pessoas amigas? Ela os ouvia e os atendia. Enquanto isso algo que habitava seu interior se fechava. E ela mesma, de dentro, olhava uma fenda se fechar enquanto era tragada para longe. E assim está aqui neste mundo, esperando um novo momento para se revisitar.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Amanhecer: recomeço
Eles se reencontraram em um amanhecer. Alguns dias antes de ela ir para longe, eram apenas amigos, depois de tudo. Embora, neste amanhecer, um olhar mudou tudo, algo acontecia em seus interiores, começando com uma leve friagem na barriga, mas, logo desviaram o olhar e encaminharam-se para uma despedida. No entanto, algo muito puro ficara no ar. Apenas um abraço e um largar de mãos, foi a cena que se deu. Cada um entrou no seu respectivo carro e dirigiram-se para suas casas. Quietos, ouvindo uma musica qualquer que lembrava muitas coisas, com algumas vontades em comum, mas muitas coisas para avaliar, antes de uma mudança de ideia em tão pouco tempo. Apenas abriram um leve sorriso e dormiram. Os dois dias que se seguiram foram estranhamente normais.
Ela seguiu seu rumo, sem saber se voltaria. Antes de dar o primeiro passo para dentro do avião passou em pequeno filme em sua mente, balançou a cabeça e se fez perder nas imagens. Voou até seu destino, encontrou seu novo lar e seguiu trabalhando. Fez amigos, foi aos consertos de rock, passou madrugadas acordadas. Viveu uma célebre paixão do jeito que sempre sonhara, foi muito feliz, sorriu de dentro para fora, cada vez que via o moço loiro e sorridente que se aproximava. Nunca fora tão completa.
Um dia, sua terra a chamou e com muito esforço teve que largar tudo o que construíra e voltar para suas raízes. A volta foi um pouco mais perturbadora. De volta, teria que se solidificar. Logo conseguiu um bom emprego em uma multinacional e continuou sua carreira.
Em um anoitecer caminhava pela cidade, com roupas esportivas, fone nos ouvidos, distraída bateu em alguém que também caminhava. Ao virar para pedir desculpas ela deu continuidade aquele olhar que havia se perdido à cinco anos atrás naquele amanhecer. Foi incrível, era como imã. As desculpas vieram juntas e gargalhadas. Logo, seguiram para uma mesma direção, diminuíram o passo e seguiram conversando, anoiteceu, tomaram um drink em um bar qualquer e decidiram ir para casa juntos, já que moravam na mesma direção. Pegaram uma chuvarada chegando em casa e riram muito disso tudo, ele pediu se ela queria esperar a chuva passar, ela resolveu aceitar. Subiram no elevador, agora quietos. Ela tomou um banho e vestiu uma camiseta dele. Saiu com os cabelos molhados e sentou no sofá, perto dele. Cruzaram um olhar que dizia mais que qualquer coisa. Ele falou o que sentiu e o que pensou naquele amanhecer, ela não falou nada, seria desnecessário para ele qualquer explicação, o olhar se estendeu. Ele foi chegando perto, eles ficaram muito perto um do outro, apenas sentindo suas peles e o respirar até que os lábios se tocaram e os olhos se fecharam. O som de Buckchery tomou conta da casa e os dois, finalmente se completaram, se deixaram levar. E, dessa vez, não se separaram no amanhecer.
Ela seguiu seu rumo, sem saber se voltaria. Antes de dar o primeiro passo para dentro do avião passou em pequeno filme em sua mente, balançou a cabeça e se fez perder nas imagens. Voou até seu destino, encontrou seu novo lar e seguiu trabalhando. Fez amigos, foi aos consertos de rock, passou madrugadas acordadas. Viveu uma célebre paixão do jeito que sempre sonhara, foi muito feliz, sorriu de dentro para fora, cada vez que via o moço loiro e sorridente que se aproximava. Nunca fora tão completa.
Um dia, sua terra a chamou e com muito esforço teve que largar tudo o que construíra e voltar para suas raízes. A volta foi um pouco mais perturbadora. De volta, teria que se solidificar. Logo conseguiu um bom emprego em uma multinacional e continuou sua carreira.
Em um anoitecer caminhava pela cidade, com roupas esportivas, fone nos ouvidos, distraída bateu em alguém que também caminhava. Ao virar para pedir desculpas ela deu continuidade aquele olhar que havia se perdido à cinco anos atrás naquele amanhecer. Foi incrível, era como imã. As desculpas vieram juntas e gargalhadas. Logo, seguiram para uma mesma direção, diminuíram o passo e seguiram conversando, anoiteceu, tomaram um drink em um bar qualquer e decidiram ir para casa juntos, já que moravam na mesma direção. Pegaram uma chuvarada chegando em casa e riram muito disso tudo, ele pediu se ela queria esperar a chuva passar, ela resolveu aceitar. Subiram no elevador, agora quietos. Ela tomou um banho e vestiu uma camiseta dele. Saiu com os cabelos molhados e sentou no sofá, perto dele. Cruzaram um olhar que dizia mais que qualquer coisa. Ele falou o que sentiu e o que pensou naquele amanhecer, ela não falou nada, seria desnecessário para ele qualquer explicação, o olhar se estendeu. Ele foi chegando perto, eles ficaram muito perto um do outro, apenas sentindo suas peles e o respirar até que os lábios se tocaram e os olhos se fecharam. O som de Buckchery tomou conta da casa e os dois, finalmente se completaram, se deixaram levar. E, dessa vez, não se separaram no amanhecer.
domingo, 13 de março de 2011
Crise "escritorial"
Estou sofrendo de uma falta tremenda de imaginação ou inspiração. O fato é que eu necessito escrever, esta necessidade está gritando para que eu a cumpra. Não consigo simplesmente escrever sobre um ou outro assunto. A cabeça deste “projeto de escritor” está uma bagunça só, é um atropelo de informações sem fim. Oh, se eu pudesse ver com estes mesmos olhos que agora percorrem cada letra surgir na tela desse monitor as milhares de sinapses que estão se formando neste cérebro maluco que possuo... ah, isto sim seria interesante, diferente, novo.
Opa! Estou perdendo meu foco, mais uma vez. Estou aqui porque queria escrever sobre... humm... já nem sei.
Essa vida de escritor não é fácil! Nem sempre escrevemos com a intenção de que outras pessoas leiam ou comentem, então porque nos preocupamos tanto em ter uma escrita entendível?
Opa! Estou perdendo meu foco, mais uma vez. Estou aqui porque queria escrever sobre... humm... já nem sei.
Essa vida de escritor não é fácil! Nem sempre escrevemos com a intenção de que outras pessoas leiam ou comentem, então porque nos preocupamos tanto em ter uma escrita entendível?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A FELICIDADE É TUDO ISSO
Algumas vezes paro para pensar na vida e sempre me pergunto se sou feliz, a resposta que encontro é que sim, eu sou feliz.
Muitas pessoas encontram a felicidade ao comprar um carro novo, viajar ou comprar roupas novas, já outras pessoas ficam felizes ao chegar em casa e ter um pedaço de pão para alimentar seus filhos, ou sair para dar um sorvete pra eles ou então levá-los ao cinema.
Em uma dessas vezes que eu falava com meu pensamento, descobri que a felicidade não está presente somente nos bens materiais.
Pois porque então eu daria valor aos meus amigos? Vê-los alegres e realizando seus sonhos me deixa muito feliz...
Porque eu daria valor à menina que eu amo? Aquele sorriso, aqueles olhos e o seu jeito de ser me fazem feliz...
Porque eu ficaria feliz por ter meus pais comigo? São a melhor coisa que tenho...
Porque fazer alguém feliz me faria feliz?
Passei a dar valor às coisas simples da vida, pois essas estão presentes nas horas boas e naquelas ruins, percebi que para Deus não há diferença entre ricos e pobres, para Ele somos todos iguais, então cada dia antes de dormir agradeço por mais um dia em que fui feliz e ao amanhecer lembro que tenho mais um dia para fazer a diferença e ser feliz novamente apesar do que aconteça.
Viva a vida com amor, ame tudo e a todos ao seu redor como se isso fosse o fim, você irá perceber que é feliz e não sabe, perceberá que se dermos valor à vida receberemos muito mais do que esperamos.
Porque felicidade é tudo isso ...
Raphael Bragagnolo
Muitas pessoas encontram a felicidade ao comprar um carro novo, viajar ou comprar roupas novas, já outras pessoas ficam felizes ao chegar em casa e ter um pedaço de pão para alimentar seus filhos, ou sair para dar um sorvete pra eles ou então levá-los ao cinema.
Em uma dessas vezes que eu falava com meu pensamento, descobri que a felicidade não está presente somente nos bens materiais.
Pois porque então eu daria valor aos meus amigos? Vê-los alegres e realizando seus sonhos me deixa muito feliz...
Porque eu daria valor à menina que eu amo? Aquele sorriso, aqueles olhos e o seu jeito de ser me fazem feliz...
Porque eu ficaria feliz por ter meus pais comigo? São a melhor coisa que tenho...
Porque fazer alguém feliz me faria feliz?
Passei a dar valor às coisas simples da vida, pois essas estão presentes nas horas boas e naquelas ruins, percebi que para Deus não há diferença entre ricos e pobres, para Ele somos todos iguais, então cada dia antes de dormir agradeço por mais um dia em que fui feliz e ao amanhecer lembro que tenho mais um dia para fazer a diferença e ser feliz novamente apesar do que aconteça.
Viva a vida com amor, ame tudo e a todos ao seu redor como se isso fosse o fim, você irá perceber que é feliz e não sabe, perceberá que se dermos valor à vida receberemos muito mais do que esperamos.
Porque felicidade é tudo isso ...
Raphael Bragagnolo
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