Saiu e quis se perder.
Quis fugir a realidade que lhe castigava e lentamente foi navegando para um universo alternativo onde poderia se encontrar com maior facilidade. Como era bom estar neste local novamente, sempre que podia voltava. Ali apenas viviam flores, ao direcionar o olhar para o horizonte via-se um longo campo verde que se estendia a uma distancia que já nem seria possível prever. Lá ela revisitava velhos amigos, lá ela poderia escolher o ritmo e a melodia, lá ela se sentia segura para abrir os olhos depois de cada piscar, lá ela adoraria ficar todo o tempo do mundo. Era como se telas projetassem suas melhores lembranças e se pudesse revivê-las. Seus pés já nem tocavam o chão, talvez uma brisa a tivesse envolvido e a carregasse lentamente. Deparou-se com uma imagem, ela reencontrou a imagem do sorriso dele, aquele sorriso que despertava amor e destruição na mesma medida, desta vez não manteve o equilíbrio, houve apenas um momento, entre o cerrar e abrir dos seus olhos em que a brisa parou, ela sentiu novamente seus pés no chão, o calafrio e os olhares em sua volta, a música já não era a mesma. Inebriada não conseguia entender que estava de volta, de volta a realidade. Perdera a noção do tempo que esteve fora, e mal poderia lembrar o motivo que a trouxe de volta. Não sem sofrer novamente.
E logo ela se misturava ao fogo, a ventania e a escuridão, em volta, uma multidão, alguns a chamavam pelo nome, seriam pessoas amigas? Ela os ouvia e os atendia. Enquanto isso algo que habitava seu interior se fechava. E ela mesma, de dentro, olhava uma fenda se fechar enquanto era tragada para longe. E assim está aqui neste mundo, esperando um novo momento para se revisitar.
Quem sou eu
- Shér De Bastiani
- Catanduvas, Santa Catarina, Brazil
- Alguém... Nem tão complicada, nem tão simples. Alguém... Que adora ficar acordada na madrugada, que acompanha séries de TV, que cantarola qualquer coisa o dia todo, que não pode ver chocolate sem comê-lo, que ama o som da chuva, que sonha correr nas campinas da Itália, que se irrita com internet lenta. Alguém... Que gosta das coisas simples da vida como olhar uma criança brincar, ver as folhas das árvores cair, as nuvens criarem figuras, sentir nos pés a água gelada de um rio, que gostaria de ver um cometa ou uma estrela cadente, como chamamos. Alguém... Que faz as outras pessoas rirem, e muito, talvez pelo jeito estabanado de ser, pelas caretas esquisitas e pelas perguntas em horas impróprias. Alguém... Que agora toma emprestada as palavras inteligentes de Raul “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Amanhecer: recomeço
Eles se reencontraram em um amanhecer. Alguns dias antes de ela ir para longe, eram apenas amigos, depois de tudo. Embora, neste amanhecer, um olhar mudou tudo, algo acontecia em seus interiores, começando com uma leve friagem na barriga, mas, logo desviaram o olhar e encaminharam-se para uma despedida. No entanto, algo muito puro ficara no ar. Apenas um abraço e um largar de mãos, foi a cena que se deu. Cada um entrou no seu respectivo carro e dirigiram-se para suas casas. Quietos, ouvindo uma musica qualquer que lembrava muitas coisas, com algumas vontades em comum, mas muitas coisas para avaliar, antes de uma mudança de ideia em tão pouco tempo. Apenas abriram um leve sorriso e dormiram. Os dois dias que se seguiram foram estranhamente normais.
Ela seguiu seu rumo, sem saber se voltaria. Antes de dar o primeiro passo para dentro do avião passou em pequeno filme em sua mente, balançou a cabeça e se fez perder nas imagens. Voou até seu destino, encontrou seu novo lar e seguiu trabalhando. Fez amigos, foi aos consertos de rock, passou madrugadas acordadas. Viveu uma célebre paixão do jeito que sempre sonhara, foi muito feliz, sorriu de dentro para fora, cada vez que via o moço loiro e sorridente que se aproximava. Nunca fora tão completa.
Um dia, sua terra a chamou e com muito esforço teve que largar tudo o que construíra e voltar para suas raízes. A volta foi um pouco mais perturbadora. De volta, teria que se solidificar. Logo conseguiu um bom emprego em uma multinacional e continuou sua carreira.
Em um anoitecer caminhava pela cidade, com roupas esportivas, fone nos ouvidos, distraída bateu em alguém que também caminhava. Ao virar para pedir desculpas ela deu continuidade aquele olhar que havia se perdido à cinco anos atrás naquele amanhecer. Foi incrível, era como imã. As desculpas vieram juntas e gargalhadas. Logo, seguiram para uma mesma direção, diminuíram o passo e seguiram conversando, anoiteceu, tomaram um drink em um bar qualquer e decidiram ir para casa juntos, já que moravam na mesma direção. Pegaram uma chuvarada chegando em casa e riram muito disso tudo, ele pediu se ela queria esperar a chuva passar, ela resolveu aceitar. Subiram no elevador, agora quietos. Ela tomou um banho e vestiu uma camiseta dele. Saiu com os cabelos molhados e sentou no sofá, perto dele. Cruzaram um olhar que dizia mais que qualquer coisa. Ele falou o que sentiu e o que pensou naquele amanhecer, ela não falou nada, seria desnecessário para ele qualquer explicação, o olhar se estendeu. Ele foi chegando perto, eles ficaram muito perto um do outro, apenas sentindo suas peles e o respirar até que os lábios se tocaram e os olhos se fecharam. O som de Buckchery tomou conta da casa e os dois, finalmente se completaram, se deixaram levar. E, dessa vez, não se separaram no amanhecer.
Ela seguiu seu rumo, sem saber se voltaria. Antes de dar o primeiro passo para dentro do avião passou em pequeno filme em sua mente, balançou a cabeça e se fez perder nas imagens. Voou até seu destino, encontrou seu novo lar e seguiu trabalhando. Fez amigos, foi aos consertos de rock, passou madrugadas acordadas. Viveu uma célebre paixão do jeito que sempre sonhara, foi muito feliz, sorriu de dentro para fora, cada vez que via o moço loiro e sorridente que se aproximava. Nunca fora tão completa.
Um dia, sua terra a chamou e com muito esforço teve que largar tudo o que construíra e voltar para suas raízes. A volta foi um pouco mais perturbadora. De volta, teria que se solidificar. Logo conseguiu um bom emprego em uma multinacional e continuou sua carreira.
Em um anoitecer caminhava pela cidade, com roupas esportivas, fone nos ouvidos, distraída bateu em alguém que também caminhava. Ao virar para pedir desculpas ela deu continuidade aquele olhar que havia se perdido à cinco anos atrás naquele amanhecer. Foi incrível, era como imã. As desculpas vieram juntas e gargalhadas. Logo, seguiram para uma mesma direção, diminuíram o passo e seguiram conversando, anoiteceu, tomaram um drink em um bar qualquer e decidiram ir para casa juntos, já que moravam na mesma direção. Pegaram uma chuvarada chegando em casa e riram muito disso tudo, ele pediu se ela queria esperar a chuva passar, ela resolveu aceitar. Subiram no elevador, agora quietos. Ela tomou um banho e vestiu uma camiseta dele. Saiu com os cabelos molhados e sentou no sofá, perto dele. Cruzaram um olhar que dizia mais que qualquer coisa. Ele falou o que sentiu e o que pensou naquele amanhecer, ela não falou nada, seria desnecessário para ele qualquer explicação, o olhar se estendeu. Ele foi chegando perto, eles ficaram muito perto um do outro, apenas sentindo suas peles e o respirar até que os lábios se tocaram e os olhos se fecharam. O som de Buckchery tomou conta da casa e os dois, finalmente se completaram, se deixaram levar. E, dessa vez, não se separaram no amanhecer.
domingo, 13 de março de 2011
Crise "escritorial"
Estou sofrendo de uma falta tremenda de imaginação ou inspiração. O fato é que eu necessito escrever, esta necessidade está gritando para que eu a cumpra. Não consigo simplesmente escrever sobre um ou outro assunto. A cabeça deste “projeto de escritor” está uma bagunça só, é um atropelo de informações sem fim. Oh, se eu pudesse ver com estes mesmos olhos que agora percorrem cada letra surgir na tela desse monitor as milhares de sinapses que estão se formando neste cérebro maluco que possuo... ah, isto sim seria interesante, diferente, novo.
Opa! Estou perdendo meu foco, mais uma vez. Estou aqui porque queria escrever sobre... humm... já nem sei.
Essa vida de escritor não é fácil! Nem sempre escrevemos com a intenção de que outras pessoas leiam ou comentem, então porque nos preocupamos tanto em ter uma escrita entendível?
Opa! Estou perdendo meu foco, mais uma vez. Estou aqui porque queria escrever sobre... humm... já nem sei.
Essa vida de escritor não é fácil! Nem sempre escrevemos com a intenção de que outras pessoas leiam ou comentem, então porque nos preocupamos tanto em ter uma escrita entendível?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A FELICIDADE É TUDO ISSO
Algumas vezes paro para pensar na vida e sempre me pergunto se sou feliz, a resposta que encontro é que sim, eu sou feliz.
Muitas pessoas encontram a felicidade ao comprar um carro novo, viajar ou comprar roupas novas, já outras pessoas ficam felizes ao chegar em casa e ter um pedaço de pão para alimentar seus filhos, ou sair para dar um sorvete pra eles ou então levá-los ao cinema.
Em uma dessas vezes que eu falava com meu pensamento, descobri que a felicidade não está presente somente nos bens materiais.
Pois porque então eu daria valor aos meus amigos? Vê-los alegres e realizando seus sonhos me deixa muito feliz...
Porque eu daria valor à menina que eu amo? Aquele sorriso, aqueles olhos e o seu jeito de ser me fazem feliz...
Porque eu ficaria feliz por ter meus pais comigo? São a melhor coisa que tenho...
Porque fazer alguém feliz me faria feliz?
Passei a dar valor às coisas simples da vida, pois essas estão presentes nas horas boas e naquelas ruins, percebi que para Deus não há diferença entre ricos e pobres, para Ele somos todos iguais, então cada dia antes de dormir agradeço por mais um dia em que fui feliz e ao amanhecer lembro que tenho mais um dia para fazer a diferença e ser feliz novamente apesar do que aconteça.
Viva a vida com amor, ame tudo e a todos ao seu redor como se isso fosse o fim, você irá perceber que é feliz e não sabe, perceberá que se dermos valor à vida receberemos muito mais do que esperamos.
Porque felicidade é tudo isso ...
Raphael Bragagnolo
Muitas pessoas encontram a felicidade ao comprar um carro novo, viajar ou comprar roupas novas, já outras pessoas ficam felizes ao chegar em casa e ter um pedaço de pão para alimentar seus filhos, ou sair para dar um sorvete pra eles ou então levá-los ao cinema.
Em uma dessas vezes que eu falava com meu pensamento, descobri que a felicidade não está presente somente nos bens materiais.
Pois porque então eu daria valor aos meus amigos? Vê-los alegres e realizando seus sonhos me deixa muito feliz...
Porque eu daria valor à menina que eu amo? Aquele sorriso, aqueles olhos e o seu jeito de ser me fazem feliz...
Porque eu ficaria feliz por ter meus pais comigo? São a melhor coisa que tenho...
Porque fazer alguém feliz me faria feliz?
Passei a dar valor às coisas simples da vida, pois essas estão presentes nas horas boas e naquelas ruins, percebi que para Deus não há diferença entre ricos e pobres, para Ele somos todos iguais, então cada dia antes de dormir agradeço por mais um dia em que fui feliz e ao amanhecer lembro que tenho mais um dia para fazer a diferença e ser feliz novamente apesar do que aconteça.
Viva a vida com amor, ame tudo e a todos ao seu redor como se isso fosse o fim, você irá perceber que é feliz e não sabe, perceberá que se dermos valor à vida receberemos muito mais do que esperamos.
Porque felicidade é tudo isso ...
Raphael Bragagnolo
terça-feira, 23 de novembro de 2010
O que realmente é inexplicável.
Quantas pessoas já tentaram definir o amor?
Em livros, cartas, filmes, em diferentes épocas... Qual é o momento ou a etapa de nossas vidas em que podemos melhor definir este sentimento?
Quando criança, etapa em que amamos necessária e afetuosamente nossa mãe; quando adolescente etapa em que sofremos nosso “primeiro amor”; quando adultos possivelmente, (digo), tradicionalmente, (digo), com muita sorte, (digo), quando adultos... encontramos alguém para casar e ser “felizes para sempre” ou quando velhinhos etapa em que podemos lembrar de tudo e dizer se o amor já aconteceu ou se é somente nessa etapa que se vive/sente o verdadeiro amor seja pela vida, pela família, pelo companheiro que esteve do seu lado, que sofreu o chorou contigo durante todo esse tempo ou pode-se amar tudo isso ao mesmo tempo.
Ou será que só define o amor quem perdeu um? Nem quero perguntar aqui, agora, o que Shakespeare diria sobre isso.
Eu não sei, por enquanto acho que vou considerar o conceito de amor criado no último dia vivido por mim, mesmo que esse conceito mude em cada um dos 365 dias do ano, porque em cada novo dia ele será tão verdadeiro quanto o do anterior. E é isso. Não dá pra explicar o que se sente. Somente sinta.
Em livros, cartas, filmes, em diferentes épocas... Qual é o momento ou a etapa de nossas vidas em que podemos melhor definir este sentimento?
Quando criança, etapa em que amamos necessária e afetuosamente nossa mãe; quando adolescente etapa em que sofremos nosso “primeiro amor”; quando adultos possivelmente, (digo), tradicionalmente, (digo), com muita sorte, (digo), quando adultos... encontramos alguém para casar e ser “felizes para sempre” ou quando velhinhos etapa em que podemos lembrar de tudo e dizer se o amor já aconteceu ou se é somente nessa etapa que se vive/sente o verdadeiro amor seja pela vida, pela família, pelo companheiro que esteve do seu lado, que sofreu o chorou contigo durante todo esse tempo ou pode-se amar tudo isso ao mesmo tempo.
Ou será que só define o amor quem perdeu um? Nem quero perguntar aqui, agora, o que Shakespeare diria sobre isso.
Eu não sei, por enquanto acho que vou considerar o conceito de amor criado no último dia vivido por mim, mesmo que esse conceito mude em cada um dos 365 dias do ano, porque em cada novo dia ele será tão verdadeiro quanto o do anterior. E é isso. Não dá pra explicar o que se sente. Somente sinta.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Eu quero vida.
Eu quero paz.
Eu quero tranquilidade.
Eu quero decência às pessoas.
Eu quero natureza, árvores, pássaros pairando sob a minha janela.
Eu queria que ética não precisasse ser disciplina escolar, pelo fato de que deveria ser intrínseco às pessoas, algo natural, de casa. Parece redundante ver placas de "proibido fumar" penduradas em escolas e elevadores, ou placas pedindo "silêncio" dentro dos hospitais. São coisas óbvias, claras.
Eu desejo incansávelmente que as pessoas sejam humanas, considero aqui a característica de vida, do fazer o bem, de não prejudicar a vida própria ou de outrem.
Eu sofro, eu sou criticada. Eu não gosto de falar em público, mas aprendi que é a única maneira de ser notada.
Gostaria que as pessoas me ouvissem, com ouvidos abertos, e não tentassem sempre cobrir minhas palavras. Não sou dona da verdade, nem o quero ser, mas desejo que as pessoas pensem, já que a mãe natureza nos deu essa capacidade tão atraente e sublime.
Fico revoltada quando ouço pessoas falando coisas absurdas de outras, principalmente por essas outras não estarem presentes. Dói à mim perceber o quanto esse tipo de gente consegue ser vazia, ver somente o próprio umbigo. Não somos constituídos de tecido, de merchans... Somos carne, osso e coração, por que não considerá-lo? Há pessoas que simplesmente não tem moral para proclamar sobre certos assuntos, mas que, infelizmente, tem boca.
Tenho visto como palavras matam, ferem, destroem... Eu me recuso a viver assim. Acho que é por tudo isso e outras tantas coisas que as pessoas preferem não pensar e todos, eu disse, todos, ficamos acreditando que as coisas não podem mudar ou na pior das minhas hipóteses, que está bom assim do jeito que está.
Eu vou morrer tentando.
Eu quero paz.
Eu quero tranquilidade.
Eu quero decência às pessoas.
Eu quero natureza, árvores, pássaros pairando sob a minha janela.
Eu queria que ética não precisasse ser disciplina escolar, pelo fato de que deveria ser intrínseco às pessoas, algo natural, de casa. Parece redundante ver placas de "proibido fumar" penduradas em escolas e elevadores, ou placas pedindo "silêncio" dentro dos hospitais. São coisas óbvias, claras.
Eu desejo incansávelmente que as pessoas sejam humanas, considero aqui a característica de vida, do fazer o bem, de não prejudicar a vida própria ou de outrem.
Eu sofro, eu sou criticada. Eu não gosto de falar em público, mas aprendi que é a única maneira de ser notada.
Gostaria que as pessoas me ouvissem, com ouvidos abertos, e não tentassem sempre cobrir minhas palavras. Não sou dona da verdade, nem o quero ser, mas desejo que as pessoas pensem, já que a mãe natureza nos deu essa capacidade tão atraente e sublime.
Fico revoltada quando ouço pessoas falando coisas absurdas de outras, principalmente por essas outras não estarem presentes. Dói à mim perceber o quanto esse tipo de gente consegue ser vazia, ver somente o próprio umbigo. Não somos constituídos de tecido, de merchans... Somos carne, osso e coração, por que não considerá-lo? Há pessoas que simplesmente não tem moral para proclamar sobre certos assuntos, mas que, infelizmente, tem boca.
Tenho visto como palavras matam, ferem, destroem... Eu me recuso a viver assim. Acho que é por tudo isso e outras tantas coisas que as pessoas preferem não pensar e todos, eu disse, todos, ficamos acreditando que as coisas não podem mudar ou na pior das minhas hipóteses, que está bom assim do jeito que está.
Eu vou morrer tentando.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bonzinho só se ferra...
A vida é uma constante, independente do aspecto que se fale, seja no trabalho, na vivência em família, na escola, ou mesmo na rua.
Age-se da maneira que se pensa que deve, assume-se responsabilidades, que muitas vezes não são suas, tenta-se ao máximo não atrapalhar as atividades das outras pessoas, comporta-se de maneira adequada nos diversos ambientes, faz perguntas necessárias e responde as que é solicitado. Ao refletir sobre a maneira de ser, acaba concluindo que está no caminho certo. Agora, diferentemente de você, existem pessoas que só fazem criticar, não de maneira construtiva, muito pelo contrário, mesmo vendo seus esforços abandonam esta percepção e atentam-se ao teu resultado final. É aquela velha história: "depois que o barco afunda há sempre alguém que sabia como ele poderia ser salvo". Estas pessoas exercem uma força "poda" de literalmente podar sua felicidade, sua autoconfiança, sua vontade. Acabam testando seus princípios e sua paciência; se perdê-los em qualquer acesso de raiva será duplamente julgado. Determinadas situações nem exercícios de yoga controlam as forças interiores.
Vamos novamente nos controlar, contar até dez ou até a centena que for preciso, respirar fundo e deixamos passar mais essa. Ufa! Esperamos que esses "sapos engolidos" não prejudique o bom funcionamento do nosso coração. Continuemos nossos afazeres porque ninguém os fará por nós, embora façamos pelos os outros, acreditando que teremos um lugarzinho muito apropriado no céu para nós. Se eu chegar no lado de baixo, direi ao fulano: muito obrigado, mas prefiro voltar para a terra. Eita injustiça!
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